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INFINITUDE

 

 

©De João Batista do Lago

 

 

Valho-me do infinito azul (e)

das eternas flores primaveris

para quedar-me no imenso espaço

por onde vago à procura do amor

 

 

Valho-me das rosas espalhadas ao chão

que transformam meus caminhos em tapetes

por onde meus pés vergastados passam

à procura do primaveril amor

 

 

Valho-me, enfim, da dor suprema

para apascentar minhas possibilidades

na incansável luta do sobreviver

e, ao final, alcançar a suprema dose do amor

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