Tags

, , , , , , ,

DIVERSIDADE

© De João Batista do Lago

Sinto no ventre a
Dor da miserável
Coloridade que reveste as
Mentes insanas e que me
Danam no inferno da vida

Nenhuma democracia colorida
Infinda a miserável dor que me vem da
Carne inumana com cérebro e
Pensamentos evocantes da
Miserável penúria destoante

Oh! Dor que não me abandona
Sequer por um instante
Bem sei! A vida não será bastante para consumi-la
Nem mesmo a morte me fará livre da
Miserável ferradura que trago à pele

Mas ainda verei um belo dia
Nossas mãos entrelaçadas
Sem carregar o peso das cores desgraçadas (e)
Nossos corações aventureiros
Sorrirem a alegria do amor diverso

Anúncios