Tags

, , , , , , ,

DE João Batista do Lago

Sentado sobre a pirâmide do Universo

Desmonta-se o verbo da carne

Falece a palavra do verso (e)

Sobre o ser cresce

O que logo adiante falece

Nenhuma felicidade se oferece

Na imensa solidão do mercado

As gentes condenadas

São gentes marcadas

Na introspecção de nadas

Ah! A Poesia da felicidade

Fede na latrina da feliz cidade

Algoz de gentes marcadas:

O preço de cada indivíduo

Venera na gôndola a miséria

Anúncios