DIVERSIDADE
© De João Batista do Lago
Sinto no ventre a
Dor da miserável
Coloridade que reveste as
Mentes insanas e que me
Danam no inferno da vida
Nenhuma democracia colorida
Infinda a miserável dor que me vem da
Carne inumana com cérebro e
Pensamentos evocantes da
Miserável penúria destoante
Oh! Dor que não me abandona
Sequer por um instante
Bem sei! A vida não será bastante para consumi-la
Nem mesmo a morte me fará livre da
Miserável ferradura que trago à pele
Mas ainda verei um belo dia
Nossas mãos entrelaçadas
Sem carregar o peso das cores desgraçadas (e)
Nossos corações aventureiros
Sorrirem a alegria do amor diverso
Publicado em: poesia

Publicado em 6 06UTC outubro 06UTC 2011
0