APAGOGIA
© DE João Batista do Lago
Ora a minha solidão
No vazio inerte das igrejas
Busca encontrar na pedra sagrada
A hóstia já sangrada
Pelo vício da palavra.
O verbo está velho e cansado
Não mais atinge a essencialidade
A alma revoltada cancela o oratório
Feito de silêncios:
A pia batismal é seca e rachada.
Procura o confessionário perfeito
Contudo não encontra ouvidos atentos:
Ficaram surdos com a procissão dos gritos
Que soam das cavernas mais torpes
Ecos solenes que vagam nos tempos do Ser.
Arquivado em: Categoria Padrão | Etiquetado: Arte, Brasil, Cultura, Curitiba, Itapecurumirim, literatura, maranhão, Modernismo, Paraná, poema, poesia, São Luis, Simbolimo, surracionalismo, Surrealismo

Olá meu caro amigo!
Com sua autorização, fiz em meu blog uma pequena honagem a ti.
com minha simplicidade de dona de casa e amante das boas coisas que ainda existem nesse nosso pequena mas tão maravilhoso mundo o qual você faz parte, enchendo minhas horas de reflexão, digerindo suas ternas e admiráveis palavras.
Parabéns por sua tão bela obra que ela seja a primeira de muitas.
Quero agradecer por ter a grande oportunidade de poder conhecer tão bela pessoa que és.
Fique com Deus e na sua paz e que ele continue te abençoando sempre e sempre para que possas nos dar agradáveis momentos junto aos poemas e escritos.
Obrigada!
Beijos!
Rô!