APAGOGIA
© DE João Batista do Lago
Ora a minha solidão
No vazio inerte das igrejas
Busca encontrar na pedra sagrada
A hóstia já sangrada
Pelo vício da palavra.
O verbo está velho e cansado
Não mais atinge a essencialidade
A alma revoltada cancela o oratório
Feito de silêncios:
A pia batismal é seca e rachada.
Procura o confessionário perfeito
Contudo não encontra ouvidos atentos:
Ficaram surdos com a procissão dos gritos
Que soam das cavernas mais torpes
Ecos solenes que vagam nos tempos do Ser.
Um Comentário
Olá meu caro amigo!
Com sua autorização, fiz em meu blog uma pequena honagem a ti.
com minha simplicidade de dona de casa e amante das boas coisas que ainda existem nesse nosso pequena mas tão maravilhoso mundo o qual você faz parte, enchendo minhas horas de reflexão, digerindo suas ternas e admiráveis palavras.
Parabéns por sua tão bela obra que ela seja a primeira de muitas.
Quero agradecer por ter a grande oportunidade de poder conhecer tão bela pessoa que és.
Fique com Deus e na sua paz e que ele continue te abençoando sempre e sempre para que possas nos dar agradáveis momentos junto aos poemas e escritos.
Obrigada!
Beijos!
Rô!
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