Posted on Outubro 1, 2007. Filed under: Alma Vadia | Tags: Academia Brasileira de Letras, Academia Maranhense de Letras, Alemanha, América Latina, Angola, Aufklarung, Brasil, Brazil, Cabo Verde, Chile, Cuba, Escola de Frankfurt, Espanha, Estados Unidos da América, Filosofia, França, Guiné-Bissau, Inglaterra, Itapecuru, Itália, Japão, Joao Batista do Lago, Literatura Brasileira, Literatura Itapecuruense, Literatura Maranhense, maranhão, México, Moçambique, Paixão, Paraná, poema, poesia, poeta, Portugal, Russia, São Luis, São Luis do Maranhão, São Tomé e Príncipe, Sociologia, soneto, surracionalismo, Timor-Leste, Venezuela, Visceralismo |

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Como quem anda ao vento
Composto de toda liberdade
Sigo as batidas do coração
Feito passos livres de criança
Reverencio a vida – toda vida
Neste meu eterno caminhar
Do fluir para refluir auroras
Catando conchas na areia
Na branca areia para deitar-me
Em noite de lua-cheia e
Dançar com os lobos do mar
Que colhem minh’alma navegante
Onda errante e vadia
Sequiosa do beijo mais puro
Do sexo mais profundo
No êxtase quase eterno